PALESTRA LEISHMANIOSE

CLIPPING: saiu nos portais Viva Cotia, Regional News, Jornal D’aqui, Terra, Agência Estado e Agência O Globo, a nossa sugestão de pauta para a palestra sobre Leishmaniose. Confira:

 

Palestra gratuita sobre Leishmaniose tem inscrições abertas em Embu das Artes

O evento visa informar a população sobre a doença, que atinge animais e humanos e pode ser fatal

No próximo sábado, 03 de Junho, a palestra “Leishmaniose Visceral Canina: um risco para seu cão e para você” será ministrada pelo especialista Professor Doutor Arlei Marcili, na Sociedade Ecológica Amigos de Embu – SEAE, localizada no centro de Embu das Artes, município da Região Metropolitana de São Paulo.

O principal objetivo do evento é informar à população sobre aspectos relevantes do problema de saúde, considerado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como a segunda doença causada por parasitas que mais mata no mundo, depois da malária. Quando não diagnosticada e corretamente tratada, costuma ser fatal em cerca de 90% dos casos.

A Leishmaniose, também conhecida como calazar, é causada pelo parasita “leishmania”. Ele é introduzido no corpo dos seres humanos ou animais por meio da picada do mosquito-palha, também conhecido como birigui. Quem transmite o parasita é a fêmea.

A doença pode levar cerca de dois a oito meses para se manifestar, mas pode ocorrer variações maiores, até 24 meses.

Segundo informações do Ministério da Saúde, inicialmente a doença era classificada como de área rural, mas nos últimos anos vem crescendo e tornando-se frequente nos espaços urbanos. Estudos relacionam suas causas com alterações climáticas, entre outros motivos.

As inscrições são limitadas. Para participar, inscreva-se no site: seaembu.org

SERVIÇO: Palestra “Leishmaniose Visceral Canina: um risco para seu cão e para você”

QUANDO: 03 de Junho de 2017 (sábado), às 14h.

ONDE: Sociedade Ecológica Amigos de Embu – SEAE

Rua João Batista Medina, 358 – Embu das Artes

INSCRIÇÕES: seaembu.org | 4781.6837

PALESTRA SANEAMENTO NO IBIRAPUERA

CLIPPING: o aviso de pauta abaixo foi publicado nos seguintes jornais locais: Ciclo VivoJornal D’AquiPrimeiro Notícias e Regional News. Confira:

 

Palestra gratuita sobre saneamento ecológico será ministrada no Parque Ibirapuera

Evento visa informar e incentivar o tratamento de esgoto doméstico com o uso de plantas para reduzir a poluição dos rios

Na próxima sexta-feira (12), às 14 horas, o ambientalista Rodolfo Almeida, presidente da ONG Sociedade Ecológica Amigos de Embu (SEAE) apresentará a palestra “Introdução ao Saneamento Ecológico” na UMAPAZ (Universidade Livre de Meio Ambiente e Cultura e Paz), sediada dentro do Parque Ibirapuera.

O evento tem como objetivo disseminar o conhecimento sobre as possibilidades e técnicas de tratamento de esgoto de forma natural e minimizar os impactos da poluição que ele causa ao meio ambiente.

Segundo Rodolfo, os custos para a instalação de um projeto residencial são equivalentes ou menores do que o tradicional, e os resultados podem ser melhores.

“Estudos da Universidade de São Paulo (USP) comprovam que sistemas produzidos com plantas filtrantes (fitorremediação) podem eliminar mais poluentes do que o tratamento convencional e devolver a água mais limpa ao final do ciclo. É bom para o meio ambiente e para a nossa saúde”, avalia o palestrante.

A Região Metropolitana de São Paulo é rica em mananciais, mas a qualidade destas águas é ameaçada pela falta de coleta e tratamento de esgoto, uma realidade que afeta cerca de 22 milhões de pessoas.

A divulgação do conhecimento sobre o tema é ferramenta importante para ajudar a alterar este cenário, uma vez que os moradores podem atuar de forma responsável para cuidar de todo o ciclo da água em sua própria residência.

SERVIÇO

Palestra Introdução ao Saneamento Ecológico

Data: 12/05/2015, das 14h às 17h

Local: UMAPAZ | Endereço: Parque Ibirapuera. Av. Quarto Centenário, 1268. Portão 7A.

Mais informações e inscrições (30 vagas):

https://docs.google.com/forms/d/1TUtC5bQopX8FlbWhN6SKr01YJjhJRsZlckmne46B7TI/viewform?edit_requested=true

SOBRE A UMAPAZ

A Universidade Aberta do Meio Ambiente e da Cultura de Paz, Departamento de Educação Ambiental da Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente (SVMA), desenvolve e dissemina conhecimentos e práticas de educação para a sustentabilidade, alicerçados no respeito à vida e inspirados na Carta da Terra.

SOBRE RODOLFO ALMEIDA

Empresário, ambientalista, presidente da OSCIP Sociedade Ecológica Amigos de Embu e diretor do Canal Infra Verde. Conselheiro nos conselhos COMAM – Conselho do Meio Ambiente Municipal de Embu das artes, CGAEV – Conselho Gestor da APA Embu Verde, RBCV – Reserva da Biosfera do Cinturão verde de São Paulo, CBH-AT – Comitê de Bacia Hidrográfica Alto Tietê.

SOBRE A SEAE

Criada por moradores na metade da década de 70, a SEAE atua na preservação ambiental de Embu e região, para estimular e ampliar os processos de transformação socioambiental, cultural e econômica, por meio de processos educacionais participativos e inclusivos, fomentando a atuação em políticas públicas, visando a conservação, recuperação e defesa do meio ambiente.

PALESTRA ANIMAIS SILVESTRES

CLIPPING: nosso aviso de pauta sobre a palestra de biodiversidade foi distribuído pelos seguintes portais: Jornal D’Aqui, Jornal na Net, Primeiro Embuense, Regional News, O Taboanense, Agência O Globo, Agência Estado, Terra. Confira abaixo:

 

Embu das Artes terá palestra gratuita sobre conservação de animais silvestres

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 Cuidados com animais acidentados, casos frequentes na região, também serão abordados

No próximo dia 29 de abril, o município Embu das Artes, na Região Metropolitana de São Paulo, receberá a palestra “Biodiversidade e Conservação de Animais Silvestres – Mídias Atuais”, a ser ministrada pelos biólogos Lucas Kazuo Yanai e Rodrigo Mendes Aguiar.

Sob diretrizes do IBAMA (Instituto Brasileiro de Meio Ambiente) e ICMBio (Instituto Chico Mendes para a Conservação da Biodiversidade), os palestrantes abordarão temas como: a conservação da fauna brasileira de forma integrada; a importância do estudo do comportamento animal como elemento–chave para a sua preservação; a importância do manejo e reabilitação de animais silvestres.

Pedidos de ajuda para resgatar animais silvestres, encontrados no município, são cada vez mais frequentes para a Sociedade Ecológica Amigos de Embu – SEAE. Um dos motivos, segundo Rodolfo Almeida, presidente da Ong, pode ser “a redução do habitat natural destas espécies, que se aproximam da cidade em busca de alimentos”.

Apesar da proximidade com a cidade de São Paulo, Embu das Artes abriga importantes remanescentes florestais de Mata Atlântica e também espécies do Cerrado. No entanto, o avanço da expansão imobiliária coloca o município em delicado conflito entre crescimento e preservação, com desmatamentos provocados inclusive em áreas de várzea e locais protegidos por lei.

O evento será promovido pela SEAE, como parte de sua responsabilidade socioambiental, e terá duração aproximada de duas horas, com direito a certificado de participação.

SERVIÇO

Palestra Biodiversidade e Conservação de Animais Silvestres – Mídias Atuais

Vagas limitadas. Inscrições pelo site: https://seaembu.org

Sábado, 29 de Abril, às 14h

SEAE: Rua João Batista Medina, 358, Centro, Embu das Artes

SOBRE A SEAE

Criada por moradores na metade da década de 70, a SEAE atua na preservação ambiental de Embu e região, para estimular e ampliar os processos de transformação socioambiental, cultural e econômica, por meio de processos educacionais participativos e inclusivos, fomentando a atuação em políticas públicas, visando à conservação, recuperação e defesa do meio ambiente.

SOBRE OS PALESTRANTES

Rodrigo Mendes Aguiar é bacharel em Ciências Biológicas e pesquisador na área de comportamento animal, no Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (IP-USP).

Lucas Kazuo Yanai é bacharel em Ciências Biológicas, trabalha com manejo em criadouro de animais silvestres.

INFORMAÇÕES PARA A IMPRENSA

Rodolfo Almeida

PRESIDENTE da Sociedade Ecológica Amigos de Embu

11 4781-6837 | 99931.4904

contato@seaembu.org

PAUTA OFICINA COMPOSTAGEM

CLIPPING: saiu nos portais Ciclo VivoJornal D’aqui, Jornal na Net, Primeiro Embuense, Tribuna 116, Agência Estado, Agência O Globo, Terra a nossa sugestão de pauta para o evento Oficina de Compostagem Doméstica, a ser realizado no dia 08/04/2017.

+ Assista ao vídeo do evento

+ Veja o convite deste evento

 

Oficina de Compostagem Doméstica busca refletir as relações do homem com o meio ambiente

Evento acontece dia 08 de abril em Embu das Artes

Oficina de Compostagem doméstica (5)Estão abertas as inscrições para a “Oficina de Compostagem Doméstica”, que acontecerá no dia 08 de abril, às 14h, na Sociedade Ecológica Amigos de Embu (SEAE), que fica na região central de Embu das Artes, município da Grande São Paulo. O evento será conduzido por Cauê Vida, Biólogo e Gestor Ambiental da empresa O Bicho Biotrips Ecoturismo e Educação Ambiental.

O objetivo da atividade é propor aos participantes a reflexão sobre seu papel na comunidade, suas relações com o outro e com o consumo; promover a consciência sobre o reaproveitamento máximo dos resíduos orgânicos que comumente viram lixo, como sobras de alimentos, cascas de frutas e legumes.

A oficina vai fornecer os conhecimentos necessários para transformar os resíduos em um poderoso composto orgânico, ideal para adubar o solo para manutenção e plantio de jardins, hortas, vasos, entre outros. Uma alternativa para o uso do produto composto é a sua comercialização, possibilidade que colabora com o fortalecimento da economia familiar.

Da teoria a prática, as aulas ensinarão o público a fazer com segurança, passo a passo, uma composteira em sua própria residência, com eficiência, baixo custo e uso de materiais residuais do cotidiano.

SERVIÇO

OFICINA DE COMPOSTAGEM DOMÉSTICA

Quando: 08 de Abril, às 14h

Onde: Sociedade Ecologica Amigos de Embu
Local: Avenida João Batista Medina, 358, Embu das Artes

Valor: R$ 25,00 [incluso coffee break, oficina e certificado de 4h]

Inscrições e mais informações: https://seaembu.org | (11) 4781-6837

SOBRE A SEAE

Criada por moradores na metade da década de 70, a SEAE atua na preservação ambiental de Embu e região, para estimular e ampliar os processos de transformação socioambiental, cultural e econômica, por meio de processos educacionais participativos e inclusivos, fomentando a atuação em políticas públicas, visando a conservação, recuperação e defesa do meio ambiente.

SOBRE A BICHO BIOTRIPS

É uma agência e operadora de turismo, especializada em roteiros de estudo de campo e do meio ambiente, para proporcionar o encontro do conhecimento com a vivência, e utiliza o Ecoturismo como uma ferramenta de Educação Ambiental e conservação dos ambientes naturais.

 INFORMAÇÕES PARA A IMPRENSA

Rodolfo Almeida
PRESIDENTE da Sociedade Ecológica Amigos de Embu
11 4781-6837 | 99931.4904
contato@seaembu.org

Silvia Vieira Martins
COMUNICAÇÃO
11 99816.8461
silvia.comunica@gmail.com

PAUTA CERRADO INFINITO

CLIPPING: o Jornal D’aqui publicou a nossa pauta convite para o evento Cerrado Infinito, realizado na SEAE no dia 18/02. Confira na íntegra:

PROJETO CERRADO INFINITO SERÁ APRESENTADO NA SEAE

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“Cerrado Infinito”, do artista Daniel Caballero, revela a beleza e a importância do bioma nativo do Planalto Paulista. A SEAE promove neste sábado, em Embu das Artes, lançamento de livro, palestra com o autor e passeio no Parque Rizzo para conhecer espécies do cerrado.

É preciso muita imaginação e algum conhecimento geográfico para acreditar que na região Metropolitana de São Paulo, no Planalto Paulista, uma área localizada no topo e à beira da Serra do Mar fosse um lugar rico em biodiversidade, por ser uma área de transição entre diferentes biomas como a mata atlântica, bosques de araucárias, extensas áreas alagadas de várzea e campos de cerrado.
“Uma amostra paradisíaca da flora e fauna de cada um desses biomas dividindo o mesmo espaço”, como descreve o artista visual Daniel Caballero.

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http://cerradoinfinito.com.br/lantana/

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Com inúmeras exposições realizadas no Brasil e no exterior, tratando da paisagem paulistana, Caballero resolveu criar uma intervenção artística para dar visibilidade à beleza do cerrado paulista. E com ela, despertar uma relação de afeto entre as pessoas e essas plantas. Ao contrário do senso comum, São Paulo teve seu começo no cerrado, os chamados Campos de Piratininga, que na época deram nome à nascente Vila de São Paulo de Piratininga.

Desse olhar atento, nasceu o projeto “Cerrado Infinito” e o livro “Guia de campo dos Campos de Piratininga ou O que sobrou do cerrado paulistano ou Como fazer seu próprio Cerrado Infinito”. Com tiragem de 1000 exemplares, assinados pelo autor, o livro será lançado em Embu das Artes no próximo sábado, dia 18, às 15h, na sede da SEAE – Sociedade Ecológica Amigos de Embu. Haverá palestra seguida de caminhada pelo Parque Rizzo para observação de espécies do cerrado, já que o próprio parque também tinha este bioma como nativo.

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http://cerradoinfinito.com.br/murici/

Quando explica a trajetória de seu trabalho, Daniel resgata de forma poética uma São Paulo ainda dos “Campos de Piratininga”, uma paisagem com pequis, muricis e guabirobas em abundância. Lobos-guará, tamanduás-bandeira e tantas outras espécies que já foram típicas daqui.

Se alguns nomes indicam essa presença como o rio Tamanduateí, o rio dos tamanduás, o reino vegetal dá as melhores pistas.
Além do processo artístico de reprodução em desenhos e ilustrações belíssimas de flores, frutos e animais, passou a resgatar, andando pela cidade, espécies raras de plantas deste bioma. Elas foram replantadas em dois locais: na Praça Homero Silva, no bairro da Pompéia, e na Escola Estadual Jardim das Camélias, Zona Leste.

“São plantas extremamente guerreiras, que sobreviveram apesar de todo o caos consequente da urbanização agressiva”, ressalta.

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Murici, planta típica de cerrado que foi praticamente extinta.

Em suas andanças, Daniel encontrou plantas que se tornaram raríssimas, mas que fizeram parte do cotidiano da cidade no passado, em locais deteriorados, com lixo, recém queimados e /ou com muita poluição, investigando em terrenos baldios no meio da cidade, assim como as marginais dos rios Pinheiros e Tietê, em busca de novas descobertas.

Despertar o afeto – “O que faço não se trata de paisagismo, nem me vejo exatamente como um ambientalista, com uma postura conservacionista, pois o Cerrado como bioma, ou seja uma comunidade animal e vegetal com características próprias já foi extinto em São Paulo. O projeto é um exercício de reflexão prática sobre a paisagem e o território da megalópole que definimos com o concreto e asfalto”, reflete o artista sobre sua ação. “Quero partilhar com as pessoas relações afetivas e culturais com essa vegetação, e estimular o debate sobre o que aconteceu aqui com a especulação imobiliária, e pensarmos enquanto ainda temos tempo a destruição do cerrado pelo agronégocio”.

Risco de extinção no Brasil – “O cerrado é um dos biomas mais antigos do planeta, com mais de 65 milhões de anos. A maioria das florestas são mais recentes, a exemplo da Mata Atlântica e Floresta Amazônica. O curioso é que ainda hoje encontramos pequenas áreas de cerrado que se mantiveram de tempos anteriores da formação desses domínios florestais, como era o caso dos Campos de Piratininga encravados no meio da mata atlântica paulista, ou dos campos de cerrado amazônicos”, explica o artista.

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Daniel Caballero

Daniel destaca ainda a complexidade em se recriar um bioma. Explica que não se trata apenas da vegetação, mas de todo um ecossistema que inclui animais, fungos entre outros organismos. Para ele, é uma ilusão se pensar que plantando árvores de fim de semana, mesmo que nativas da região,vamos recriar uma mata atlântica ou um cerrado. “Essas ações que se tornaram comuns na cidade de São Paulo são muito importantes para melhorar a biodiversidade da cidade, principalmente de insetos e pássaros, além de aumentar as áreas verdes, uma necessidade vital em alguns bairros paulistanos”. E exemplifica cintando os trabalhos do “Muda Mooca” ou do “Bora Plantar”, coletivos atuantes, entre muitos outros, na ampliação de áreas verdes da cidade com plantas nativas.

O autor faz um alerta: “Não podemos nos confundir! A preservação desses habitats passa por repensar o modelo de desenvolvimento que os destrói em escala industrial. Hoje já desapareceu mais da metade do cerrado brasileiro e a previsão dos especialistas no atual ritmo é de total colapso em 13, 15 anos. Infelizmente a solução não é tão fácil e não será plantando na cidade que vamos conservar esses ecossistemas”.

O Cerrado Infinito como trabalho de arte, atua no plano simbólico, dos afetos e do convívio, invertendo o senso comum da cidade em relação a essa paisagem, trazendo ela de volta para o cotidiano na esperança de promover uma reflexão crítica, que, na visão de Daniel, é uma das possibilidades que a arte pode despertar. “O Cerrado Infinito é um cerrado possível feito principalmente com as plantas que se adaptaram à cidade”.

capa-livroServiço:
Lançamento do livro Guia de campo dos Campos de Piratininga ou O que sobrou do cerrado paulistano ou Como fazer seu próprio Cerrado Infinito, de Daniel Caballero; (Editora La Luz del Fuego, 182 pág., R$ 48)
Palestra com o autor e passeio no Parque Rizzo para conhecer espécies do cerrado.
Data: 18 de fevereiro, sábado, às 15h
Local: Sede da Sociedade Ecológica Amigos do Embu – SEAE;
Endereço: Rua João Batista Medina, 358 – Jardim Maranhão (Mapa)
Telefone: 11 4781.6837

Por Fabíola Lago

PAUTA EVENTO PQ. RIZZO

CLIPPING: saiu na Agência O Globo, Gazeta de SP, Folha do Pirajuçara, Portal Viva Cotia e Primeiro Embuense, nosso release sobre o evento Observando Embu das Artes, a ser realizado dia 26/11, no Parque do Lago Francisco Rizzo. Confira:

 

Moradores e entidades se reúnem para realizar evento “Observando Embu das Artes”

Na programação, debate político, atividades gratuitas e distribuição de mudas nativas

Idealizado pelas irmãs Hilka Caldi e Hilser Balsi, o evento socioambiental, a ser realizado em Embu das Artes no dia 26 de novembro, das 13h às 17h, no Parque do Lago Francisco Rizzo, surge com a intenção de conscientizar e sensibilizar os moradores da cidade e também o poder público quanto às questões do meio ambiente e de qualidade de vida da população.

“Temos visto muita destruição ambiental na cidade, precisamos que as pessoas se eduquem para melhorarmos a situação”, comenta Hilka.

As moradoras buscaram parcerias com entidades, como: Sociedade Ecológica Amigos de Embu (SEAE), SOS Mata Atlântica, Sítio do Bello – Frutas Nativas, TV das Artes para a transmissão do evento, entre outros.

Na programação, um quadro especial para DEBATE POLÍTICO SOCIOAMBIENTAL, a ser realizado com os políticos recém-eleitos, vai abordar as questões socioambientais do município, por meio de perguntas com os temas: geração de renda sustentável; resíduos; enchentes e preservação do meio ambiente.

As crianças poderão se divertir com oficina de horta vertical e de brinquedos em garrafas pet, conhecer frutas nativas e ganhar uma mudinha para plantar.

convite-observando-embu-das-artesSERVIÇO:

Evento Observando Embu das Artes

QUANDO: 26/11 (sábado) das 13 às 17h

ONDE: Parque do Lago Francisco RizzoRua Alberto Giosa, 390, Embu das Artes, SP

ATIVIDADES: 

Oficina de Horta Vertical e brinquedos em PET – com Edson Amaral e Joênia Silva

Das 13h às 15h30

Debate Político Socioambiental – com políticos recém-eleitos, mediação por Rodolfo Almeida (SEAE)

Das 13h30 às 15h30

Roda de Conversa sobre a água – com SOS Mata Atlântica

Das 15h30 às 16h10 

Demonstração de frutas nativas – com Sítio do Bello

Das 16h20 às 17h

Distribuição de Mudas Nativas – doadas por SOS Mata Atlântica

17h.

 

PAUTA VIRADA SUSTENTÁVEL 2016

CLIPPING: os portais Terra, Agência Estado, Agência O Globo, Rnews, Granjanews, Rádio Cidade, Granja Viana, Jornal D’aqui, Primeiro Embuense e Verbo Online publicaram sobre a participação de Embu na Virada Sustentável 2016, com iniciativa da SEAE. Confira:

Embu das Artes terá atividades gratuitas na Virada Sustentável 2016

Robótica, oficina de lego, caminhada em trilha e exibição de curta-metragem estão entre as atrações

VS16_LOGO_COM_BRANCOA Virada Sustentável, em sua edição paulista, acontece entre os dias 25 a 28 de agosto com diversas atividades culturais de educação socioambiental, distribuídas pela capital e grande São Paulo. Neste ano, Embu das Artes participa nos dias 27 e 28 (sábado e domingo) com iniciativas promovidas pela Sociedade Ecológica Amigos de Embu – SEAE, em parceria com o Espaço Virada Eco.

Nos dois dias, alunos do grupo educacional ROBOCID – SEAE apresentarão o projeto “Pensando o meio ambiente com Robótica”, composto por atividade lúdica, oficina de animais de Lego e contação de histórias.

Para iniciar as atividades, os participantes assistirão a uma apresentação de robótica e, em seguida, serão convidados a participarem de oficina de Lego para construir bichos da Mata Atlântica, debates e contação de histórias sobre passagem de fauna e conscientização ambiental.

Na manhã de domingo, instrutor do grupo Anjos da Mata Atlântica conduzirá o “Passeio na Mata Atlântica da Terra das Artes”, com caminhada em trilha, informações do bioma e sensibilização ecológica.

Na parte da tarde, o curta-metragem “Caçando Histórias” apresenta a memória dos cidadãos de Embu das Artes em relação à fauna da cidade. Ao final, os participantes poderão debater sobre os animais silvestres da Área de Proteção Ambiental Embu Verde.

Os grupos terão, ainda, a oportunidade de assistir à palestra “Invisibilidades Ambientais”, com Eunice Silva – Mestre em Artes pela USP.

SERVIÇO 

001Apresentações de robótica, oficinas de lego e contação de histórias

27/08/2016, das 10h às 17h

28/08/2016, das 13h às 17h

Caminhada em trilha de Mata Atlântica

28/08/2016, das 10h às 12h

Exibições do curta-metragem “Caçando Histórias” (10 minutos)

28/08/2016, das 13h às 17h 

Palestra “Invisibilidades Ambientais”

28/08/2016, das 13h às 17h 

LOCAL: ESPAÇO VIRADA ECO: Estrada Kaiko, 360, bairro Engenho Velho, Embu das Artes, SP.

MAIS INFORMAÇÕES: viradasustentavel.com

Sobre a SEAE

Criada por moradores na metade da década de 70, a SEAE atua na preservação ambiental de Embu e região, para estimular e ampliar os processos de transformação socioambiental, cultural e econômica, por meio de processos educacionais participativos e inclusivos, fomentando a atuação em políticas públicas, visando a conservação, recuperação e defesa do meio ambiente.

Sobre o Espaço Virada Eco

Idealizado por Geraldo Sena e Eliana Ake, o espaço possui 25 mil m² de área verde e atua como centro de cultura, educação e lazer, com foco em atividades socioambientais, visando difundir conceitos e estimular a adoção de práticas para a conscientização do papel da biodiversidade com o bem-estar humano.

Sobre a Virada Sustentável

A Virada Sustentável é um movimento de mobilização colaborativa em prol da sustentabilidade e organiza o maior festival do tema do Brasil. Envolve articulação e participação direta de organizações da sociedade civil, órgãos públicos, coletivos de cultura, movimentos sociais, equipamentos culturais, empresas, escolas e universidades, entre outros, com o objetivo de apresentar uma visão positiva e inspiradora sobre a sustentabilidade e seus diferentes temas para a população.

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CONSELHO APA: ELEIÇÃO 2016

CLIPPING: saiu nos jornais Verbo Online, Folha do Pirajuçara, Jornal D’aqui, Granjanews e Primeiro Embuense o nosso release com informações sobre a eleição do CGAEV. Confira:

Conselho Gestor da APA Embu-Verde terá nova eleição

Sociedade Ecológica Amigos de Embu está entre os candidatos inscritos

A Área de Proteção Ambiental (APA) Embu Verde terá nova gestão para o próximo biênio. As eleições para que os novos membros ocupem os cargos está prevista para o dia 28 de agosto, das 09h às 16h na Sala Pavilhão do Parque do Lago Francisco Rizzo.

Os candidatos são representantes da população local e também entidades de sociedade civil. O eleitor deverá escolher 10 concorrentes de sua confiança para compor o novo Conselho, de acordo com a distribuição de vagas:

  1. a) 2 (dois) Organizações da Sociedade Civil de Interesse Publico – OSCIPs ou Organizações não Governamentais ligadas a defesa do meio ambiente e de fomento para o desenvolvimento sustentável, com atuação no Município;
  2. b) 2(dois) Associações de moradores com atuação no Município;
  3. c) 1(um) Entidade de categoria de Classe ou associações de ensino e técnico-científicas;
  4. d) 1(um) Entidades Empresariais com atuação no Município;
  5. e) 4(quatro) Representantes da população residente e domiciliada no Município.

Para votar, é necessário ter o título de eleitor devidamente atualizado e registrado em Embu das Artes.

Confira aqui a lista de candidatos indicados pela SEAE

APA Embu Verde

A APA Embu-Verde é uma importante conquista da sociedade civil junto ao município. Ocupa aproximadamente 15 km² e foi criada oficialmente em 2008, por lei municipal nº 108/2008, para preservar o Patrimônio Natural da cidade.

Seu bioma é predominantemente de Mata Atlântica, onde abriga espécies raras de plantas e animais, incluindo exemplares ameaçados de extinção, como a árvore araucária e a onça parda.

Trata-se de uma Unidade de Conservação de uso misto, ou seja, prevê a preservação do local e também permite a ocupação por residências e outras atividades, desde que sejam sustentáveis.

O Conselho Gestor

Apesar de protegida por lei, a preservação do local está sob forte ameaça, devido ao crescimento urbano desenfreado e a expansão imobiliária.  O Conselho Gestor tem papel fundamental para reverter o quadro, pois deve acompanhar as atividades e discutir o funcionamento da APA.

Ele se utiliza da legislação vigente, bem como de documentos específicos, como o Plano de Manejo, para que sua gestão e diretrizes sejam cumpridas e melhoradas.

Por isso, eleger pessoas e entidades verdadeiramente comprometidas com os aspectos socioambientais, é também ajudar a preservar e a recuperar o verde da cidade.

Confira aqui a lista de candidatos indicados pela SEAE

SERVIÇO

O QUE: Eleição do Conselho Gestor da APA Embu-Verde

QUANDO: 28/08 (domingo) das 09h às 16h

ONDE: Sala Pavilhão do Parque do Lago Francisco Rizzo, Rua Alberto Giosa, 390, Embu das Artes – SP

REQUISITOS: Ter o título de eleitor em Embu das Artes

 

Sobre a SEAE

Criada por moradores na metade da década de 70, a SEAE atua na preservação ambiental de Embu e região, para estimular e ampliar os processos de transformação socioambiental, cultural e econômica, por meio de processos educacionais participativos e inclusivos, fomentando a atuação em políticas públicas, visando a conservação, recuperação e defesa do meio ambiente.

PAUTA Ação para análise de água

CLIPPING: Saiu no jornal Linhas Populares​ e no portal do Jornal Folha do Pirajuçara​ nosso release sobre o evento do Projeto Observando os Rios, que acontece neste sábado, 23.01.

Ao final das atividades, os grupos ainda poderão ajudar em mutirão para limpeza no entorno das margens de um trecho do rio Ribeirão da Ressaca, além de plantar mudas de árvores nativas.

Confira:

SEAE promove ação para análise de água e recuperação de margem de rio em Embu das Artes

PAUTA Campanha Embu é o Bicho

+ Confira a galeria de fotos recebidas na campanha

CLIPPING – Saiu no Jornal D’aqui , portal do Jornal Folha do Pirajuçara e JornalNanet, nosso release sobre a campanha Embu é o Bicho.

O texto aborda a importância de sensibilizar os moradores da cidade para a natureza em seu redor. Confira:

Entidade ecológica faz campanha “Embu é o Bicho”

Foto de Iuri Quadros
Foto de Iuri Quadros

A ONG Ambiental Sociedade Ecológica Amigos de Embu – SEAE começou 2016 com a campanha eletrônica e interativa Embu é o Bicho. A proposta incentiva a população a fotografar e postar na rede social Facebook fotos de animais encontrados na cidade de Embu das Artes, tendo como principal intuito despertar o cidadão para a riqueza da biodiversidade em que está inserido.

O mapa de Embu das Artes revela uma cidade dividida ao meio, com intenso crescimento urbano no lado leste e ainda grandes áreas verdes na região central e oeste. No entanto, por toda a cidade ainda é possível observar e se surpreender com as particularidades de uma natureza que resiste.

Em uma semana do projeto, a entidade ecológica já recebeu dezenas de fotos que vão de insetos – como borboletas, abelhas, louva-a-Deus – a répteis, aves e espécies em extinção, como o Jacú, ave do bioma da Mata Atlântica.

“O cidadão que se sensibiliza para as belezas que são parte do seu mundo, tende a se importar e a querer cuidar”, comenta Rodolfo Almeida, presidente da SEAE.

Foto de Milena Fabbrini
Foto de Milena Fabbrini

Para participar

Todos os interessados podem participar da campanha.

Para tal, basta postar no Facebook a foto de algum animal encontrado na cidade de Embu das Artes ou ainda enviar as informações por e-mail para a SEAE: contato@seaembu.org.

A postagem deve conter o nome do bairro onde a foto foi tirada e acompanhar a hashtag #EMBUéoBICHO.

No Facebook, para que a participação aconteça, o usuário deve realizar o post com permissão de visualização pública.

Foto de Milena Fabbrini
Foto de Milena Fabbrini

Sobre a SEAE

Criada por moradores na metade da década de 70, a SEAE atua na preservação ambiental de Embu e região, com foco em educação para a sustentabilidade socioambiental e fiscalização de crimes ecológicos.