PROCESSO SELETIVO – SEAE

Gostaríamos de convidá-los para fazer parte da equipe! O projeto de educação ambiental em desenvolvimento tem como tema o saneamento ecológico, com duração prevista de 3 a 4 meses na região de Embu das Artes. Interessados em participar do processo, por gentileza, enviar o seu currículo até 18/02/2020 para vagas de oficineiro/educador ambiental para o e-mail contato@seaembu.org.

PALESTRA RESÍDUO ZERO

Palestra sobre Resíduo Zero apontou direitos e deveres em Embu das Artes

Evento acontece para informar aos cidadãos no momento em que o município enfrenta debates sobre a implantação da taxa do lixo

Na última segunda-feira (25), o município de Embu das Artes recebeu a palestra “Resíduo Zero”, conduzida por Carlos Henrique Oliveira, da Aliança Resíduo Zero – movimento em prol de tratamento e destinação ecologicamente correta de resíduos.

Promovida pela Sociedade Ecológica Amigos de Embu – SEAE, o evento acontece para informar aos cidadãos no momento em que o município enfrenta debates sobre a implantação da taxa do lixo.

“Nossa cidade enfrenta um momento socioambiental delicado. Aterros, descartes irregulares de resíduos e falta de coleta adequada são motivos de constantes denúncias aqui na ONG”, comenta Rodolfo Almeida, presidente da SEAE.

Carlos abordou a legislação federal nº 12.305, de 2010, que rege a Política Nacional de Resíduos Sólidos no país, e destacou a importância do planejamento municipal a curto, médio e longo prazo para resultados e observância da lei, que tem em seu 9º artigo as prioridades na seguinte ordem: não gerar resíduos; reduzir os resíduos gerados; reutilizar; reciclar; tratar adequadamente os resíduos sólidos e dispor corretamente os rejeitos.

De quem é a responsabilidade

Segundo Carlos, a legislação é clara quanto às responsabilidades, que devem ser compartilhadas conforme determina o artigo 30: “fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes, os consumidores e os titulares dos serviços públicos de limpeza urbana e de manejo de resíduos sólidos“.

Para por em prática a lei, ações para fortalecer a logística reversa dos produtos, que consiste no retorno dos resíduos sólidos às origens para o devido tratamento ou descarte, se mostram essenciais.

Pelo exemplo de Embu das Artes, evidencia-se que quando não ocorre o cumprimento das partes, o município abraça a responsabilidade e, em muitos casos, repassa ao cidadão.

Segundo Carlos, que acompanha a política de resíduos da capital paulista, cada habitante produz cerca de 1 kg de lixo por dia. Deste total, cerca de 50% dos resíduos domésticos são de matéria orgânica; 35% dos são secos, adequados para a reciclagem ou reutilização; e somente 14% são de rejeitos não aproveitáveis.

Quais as soluções

Com base em algumas práticas da capital paulista, o palestrante exibiu informações de sucesso e também ouviu sugestões da plateia.

O município deve atuar para que todas as residências cuidem minimamente dos seus resíduos: compostos orgânicos aproveitados em hortas domésticas ou comunitárias; os resíduos secos separados para a reciclagem; rejeitos enviados para o descarte adequado.

Cabe ao setor privado disponibilizar postos de coleta para o recebimento de suas embalagens.

Para as práticas acima, foi apontada a necessidade urgente de educação ambiental, por meio do fortalecimento da comunicação social para informar e conscientizar os cidadãos. Espaços públicos como escolas, postos de saúde e associações de bairro poderiam ser aproveitadas para este fim.

Com cerca de 130 bairros, e poucos pontos de coleta seletiva, parcerias do município com catadores podem fortalecer a ação em cada bairro, entre outras ações.

Taxa do lixo

Nesta quarta-feira, foi aprovada na câmara de vereadores a criação da Taxa de Coleta e Remoção de Lixo (TCRL) para 2018, fato que causa grande descontentamento entre a população. A prefeitura tentou efetuar a cobrança ainda neste ano, mas por liminar da justiça foi suspensa.

Com áreas rurais, a coleta do lixo acontece de forma desigual na cidade; a coleta seletiva é baixa e o aterro municipal está quase no seu limite. O ponto positivo ocorre no Parque Rizzo, no centro da cidade, que recebe resíduos em troca de uma muda de árvore nativa, do viveiro municipal.

Para instituir a cobrança da TCRL, a prefeitura alega que os custos com a empresa de coleta contratada Enob, cuja concessão é para 30 anos, são mais altos do que o valor arrecadado.

Na câmara, o projeto foi aprovado por 10 votos a favor contra cinco, sendo dos vereadores: Rosângela Santos, André Maestri, Dra. Beth, Luiz do Depósito e Edvanio Mendes.

SOBRE A SEAE

Criada por moradores na metade da década de 70, a SEAE atua na preservação ambiental de Embu e região, para estimular e ampliar os processos de transformação socioambiental, cultural e econômica, por meio de processos educacionais participativos e inclusivos, fomentando a atuação em políticas públicas, visando a conservação, recuperação e defesa do meio ambiente.

SOBRE A ALIANÇA RESÍDUO ZERO BRASIL

Criada em 2014, é alinhada ao movimento internacional contra o aterramento e a incineração de resíduos. Participa ativamente da construção da Política Nacional de Resíduos Sólidos-PNRS, de audiências públicas do Conselho Nacional do Meio Ambiente-CONAMA, da análise de EIA-RIMAs sobre incineração, do Plano Nacional de Resíduos Sólidos, organiza debates em municípios, estados e em várias edições do Fórum Social Mundial.

NOVA APROVAÇÃO PLANO MANEJO

 

Em Embu das Artes, Plano de Manejo tem nova aprovação com nove abstenções

Sociedade Ecológica Amigos de Embu se absteve do voto; entenda o porquê

Por Rodolfo Almeida

Na última quarta-feira, 20 de setembro, ocorreu em Embu das Artes a assembleia extraordinária conjunta dos conselhos COMAM (Conselho Municipal do Meio Ambiente) e CGAEV (Conselho da Área de Proteção Ambiental Embu Verde), para tratar da delicada pauta “Aprovação do Plano de Manejo da APA Embu Verde”.

O tema proposto pode causar estranheza, uma vez que o documento já foi aprovado pelos conselhos, no final de 2015, mas seu teor mereceu novas avaliações devido ao seu estado incompleto e com erros.

A nova aprovação ocorreu por 11 votos favoráveis, sendo 10 de representantes da prefeitura, mais a ACISE (Associação Comercial e Industrial de Embu das Artes), contra nove votos de representantes da sociedade civil, entre eles a Sociedade Ecológica Amigos de Embu (SEAE), que se abstiveram por entenderem que o documento ainda não está terminado.

Considerações da SEAE

Entendemos que o Plano de Manejo é fundamental para a preservação da APA Embu Verde, pois ainda que longe o ideal ele promove alguma proteção ambiental, mas artigos de grande importância – especialmente os que protegiam a APA de alterações nocivas do Plano Diretor – foram estranhamente deixados de fora das correções necessárias.

Desse modo, nos vimos sem opção, pois se votássemos a favor, estaríamos de acordo com a aprovação de algo incompleto e ilegal, então nos abstivemos da votação, com justificativa. Acreditamos que uma nova aprovação do Plano de Manejo deveria ser proposta somente quando todas as 56 páginas de apontamentos da Fundação Florestal fossem reparadas.

Entenda

Apesar de, na época, a prefeitura ter forçado a votação nos Conselhos, o documento foi reprovado na segunda fase, que é feita pela Fundação Florestal do Estado de São Paulo. O órgão barrou o documento e a ação rendeu um relatório técnico com 56 páginas de considerações importantes a serem reparadas pelo município.

Desde então, prefeitura e Ferma (empresa contratada para conduzir a elaboração do documento) vêm atuando para corrigir os erros, mas ainda há um longo caminho a percorrer. Mais especificamente, 16 páginas.

Conforme informações apuradas ela SEAE, a prefeitura corre o sério risco de ter de devolver cerca de 250 mil reais que obteve para desenvolver o Plano de Manejo, por atraso na entrega do documento que já dura cerca de três anos. A situação a colocaria como inadimplente, além de impedida de obter novos financiamentos e repasses de verba.

Como o prazo dado pela Fundação Florestal para as devidas correções está em vias finais, a prefeitura espera que a o órgão aceite suas justificativas e aprove, apesar dos problemas ainda restantes em 16 páginas.

Agora o Plano será novamente avaliado pela Fundação Florestal e, caso seja aprovado, se tornará projeto de lei a vai a aprovação da Câmara de Vereadores.

 

CURSO SANEAMENTO ECO

CLIPPING: o texto sobre o curso a ser realizado no próximo sábado, dia 19, saiu nos portais: Ciclo Vivo, Revista TAE, Rnews, Terra, Agência O Globo.

Curso sobre saneamento ecológico será ministrado em Embu das Artes

O tema defende o uso de plantas no tratamento do esgoto para ajudar a reduzir a poluição dos rios

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Foto: iStock by Getty Images

No próximo sábado (19), o bairro Fazenda Atalaia, localizado em Embu das Artes, município da Região Metropolitana de São Paulo, receberá o curso “Saneamento Ecológico – Wetlands Construídos”, realizado pelo canal Infraverde em parceria com a Sociedade Ecológica Amigos de Embu – SEAE.

O curso apresentará teoria e prática sobre os fundamentos do saneamento básico e técnicas ecológicas para o tratamento do esgoto em residências. A prática inclui a interação dos participantes na montagem de tubulação, preenchimento do tanque e plantio de plantas macrófitas.

O tema será ministrado pelo empresário e ambientalista Rodolfo Almeida, diretor do Canal Infraverde e presidente da SEAE, que conduzirá o curso com abordagem simples, de forma que todo o cidadão interessado possa realizar as práticas em sua residência, mesmo sem conhecimentos técnicos ou prévios.

Segundo Rodolfo, os custos para a instalação de um projeto residencial com técnicas ecológicas são similares ou até menores do que o tradicional, e os resultados são ser melhores.

Sua afirmação é embasada em pesquisas e estudos de trabalhos realizados na Universidade de São Paulo (USP), que “comprovam que plantas filtrantes agem com mais eficiência no tratamento do esgoto do que o sistema tradicional. Ao final do ciclo, a água volta mais limpa para o meio ambiente e ajuda a reduzir a poluição dos rios”, informa o palestrante.

O curso tem 20 vagas, sendo cinco gratuitas, destinadas para moradores de comunidades do bairro Fazenda Atalaia. Associados da SEAE têm desconto de R$ 50,00 e parte do valor arrecadado será revertido para a manutenção da ONG.

SERVIÇO

Curso “Saneamento Ecológico – Wetlands Construídos”

Data: 19/08/2017, das 08h às 18h

Local: Fazenda Atalaia, Embu das Artes (local será divulgado aos inscritos).

Mais informações e inscrições:

http://infraverde.com.br/curso-saneamento-ecologico-wetlands-construidos

 

SOBRE A INFRAVERDE

A Infraverde difunde informações de Infraestrutura Verde, como técnicas para mitigar os impactos da sociedade na água, ar e solo, por meio de tecnologias que se inspiram na natureza. Atua com serviços ambientais para projetos paisagísticos, paisagismo funcional e beleza ao ambiente construído.

SOBRE RODOLFO ALMEIDA

Empresário, ambientalista, presidente da OSCIP Sociedade Ecológica Amigos de Embu e diretor do Canal Infra Verde. Conselheiro nos conselhos COMAM – Conselho do Meio Ambiente Municipal de Embu das artes, CGAEV – Conselho Gestor da APA Embu Verde, RBCV – Reserva da Biosfera do Cinturão verde de São Paulo, CBH-AT – Comitê de Bacia Hidrográfica Alto Tietê.

SOBRE A SEAE

Criada por moradores na metade da década de 70, a SEAE atua na preservação ambiental de Embu e região, para estimular e ampliar os processos de transformação socioambiental, cultural e econômica, por meio de processos educacionais participativos e inclusivos, fomentando a atuação em políticas públicas, visando a conservação, recuperação e defesa do meio ambiente.

GRATUITO ROBÓTICA NA SEAE

Clipping: saiu no Jornal D’aqui o nosso texto sobre o curso gratuito de robótica que começa em 05.08. Confira:

Embu das Artes tem curso gratuito de robótica

Durante as aulas, os alunos entram em contato com a informática, mecânica e física

A Sociedade Ecológica Amigos de Embu (SEAE), por meio do seu programa RoboCID, oferece vagas para o curso gratuito de robótica para jovens com idade entre 10 e 17 anos. As vagas são limitadas e as inscrições foram prorrogadas até o dia 19 de agosto. O primeiro encontro dos interessados acontece já neste sábado, 05 de agosto, na sede da ONG, que fica  na região central de Embu das Artes.

            O principal objetivo do curso é capacitar os alunos para o desenvolvimento de raciocínio lógico, para a solução de situações-problemas relacionadas à sociedade e ao meio ambiente.

Os problemas são apresentados pelos educadores, que estimulam o trabalho em equipe, a criatividade e conceitos de cidadania, por meio de atividades de montagens com lego; programação e montagem de robô, por meio de teorias e técnicas de robótica; noções de mecânica para os movimentos dos robôs; e noções de física, que atuam na velocidade e na força do objeto.

As habilidades trabalhadas vão para além do curso e podem ser percebidas como complementares ao âmbito escolar.

Francisco Mourão, coordenador do projeto, conta que é feita uma pesquisa profunda sobre o tema proposto e então começam as ideias para solucionar os problemas. “Tivemos projetos lindos produzidos no curso, como em 2010, que foi feita uma maquete para solucionar a divisão da cidade, física e socialmente. O resultado foi um teleférico para unir as duas realidades, para que pudessem se compreender, se ajudar e juntos preservarem a natureza.

Este ano o coordenador pretende trabalhar o tema reciclagem.

Serviço:

O que: Aulas de robótica

Quando: Começa em 05 de Agosto, de 2017, às 14 horas (com duração aproximada de duas horas) e acontece aos sábados

Onde: Rua João Batista Medina, 358, Centro, Embu das Artes

Inscrição e informações: 11 4781.6837 | contato@seaembu.org

SOBRE O ROBOCID

O RoboCID foi criado em 2007, fruto de parceria entre a SEAE, a Fundação Bradesco e a Fonte dos Jesuítas de Água Mineral Natural de Embu.

Os alunos já participaram de torneios promovidos pelo Zoom e Instituto Aprender Fazendo, da Lego no Brasil e conta com troféus de primeiro lugar em torneio de robôs e segundo lugar em animação stop motion.

Atualmente a SEAE segue a frente da realização do projeto e está em busca de parceiros. Os interessados em colaborar podem entrar em contato: contato@seaembu.org

SOBRE A SEAE

Criada por moradores na metade da década de 70, a SEAE atua na preservação ambiental de Embu e região, para estimular e ampliar os processos de transformação socioambiental, cultural e econômica, por meio de processos educacionais participativos e inclusivos, fomentando a atuação em políticas públicas, visando a conservação, recuperação e defesa do meio ambiente.

LOTEAMENTOS IRREGULARES

CLIPPING: os jornais Regional News e Jornal D’aqui publicaram a notícia abaixo. Confira:

Golpe dos terrenos irregulares é praticado em Embu das Artes

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Local fica dentro de Área de Proteção Ambiental e não possui licença dos órgãos públicos

No extremo oeste de Embu das Artes, município da Região Metropolitana de São Paulo, o bairro Chácaras São Cristóvão ganha destaque com a falsa ideia de paraíso para a realização do sonho da casa própria.

Trata-se de um empreendimento que não possui licença dos órgãos competentes e não tem permissão para comercializar terrenos. Especialmente nas condições ofertadas, em 137 lotes de 19m por 7m, quando a Lei Complementar nº 186/2012, que rege o Plano Diretor da cidade, determina para o local os lotes mínimos de 800 m².

O local fica dentro da Área de Proteção Ambiental Embu Verde.

Não muito longe dali, na região da Ressaca, a Estrada Kaiko também se tornou um mural para anúncios de lotes com metragem de cerca de 125m². A região tem um agravante a mais, pois além de ter vegetação nativa, faz parte da Bacia da Represa do Guarapiranga e pertence à Área de Proteção e Recuperação dos Mananciais. A lei estadual que rege os locais com estas características indica que a metragem é mínima é de 1.500m².

Os anúncios também oferecem facilidades, como a não comprovação de renda e análise de crédito, que podem levar o comprador a cair numa armadilha e perder suas economias e o bem que pensou adquirir.

Segundo o Dr. Luis Junqueira, advogado, lotes menores do que a metragem indicada por lei, 1.500m² e 800m², configuram uso irregular do solo e por isso os responsáveis estão sujeitos a punição por crime ambiental e provável estelionato.

“Nestas áreas, qualquer metragem menor de 1.500m² e 800m² dará ensejo ao crime de ocupação irregular do solo. Entretanto, se estiver sendo comercializado, uso irregular do solo e estelionato em caso de venda configurada. Uma vez que o estelionato se configura com o recebimento do dinheiro e sem a entrega do bem, e é bem possível que o empreendimento não consiga a documentação para aprovação”, explica o advogado.

No trâmite do bairro Chácaras São Cristóvão, a Cooperativa Habitacional Primehouse aparece como a responsável.

Consultada pela Sociedade Ecológica Amigos de Embu (SEAE), a prefeitura informou que “a empresa obteve o documento de viabilidade e que foi enviado ao proprietário as diretrizes para criação de projetos na área”, mas que, até o momento da reportagem, “projetos de loteamento não foram solicitados para o município”.

A comercialização de terrenos irregulares é recorrente na cidade, fato que levou a prefeitura, em março de 2016, a alertar a população com uma nota onde informou que a ação é criminosa e explicou suas ações para o caso que ocorria no Jardim Embuarama.

Para ajudar a combater as irregularidades, moradores se articulam com placas para alertar a população sobre as condições dos terrenos em área de mananciais e Área de Proteção Ambiental, que devem obedecer as restrições de ocupação sob a observância dos lotes mínimos de 800m² e 1500m².

SAIBA O QUE FAZER PARA NÃO CAIR EM UM GOLPE

Para não cair em golpes, é necessário adotar algumas medidas simples:

– Consulte a Secretaria de Obras da Prefeitura, para ver se o loteamento é regular;

– Nunca feche a compra imediatamente: peça o número da matrícula ou documentação de licenciamento e procure obter o maior número de informações sobre o objeto de compra;

– Pesquise o corretor, a imobiliária e as empresas envolvidas. Informações de cooperativas podem ser obtidas na Junta Comercial do Estado e de imobiliárias e corretores no Conselho Regional de Corretores de Imóveis (CRECI);

– Desconfie de valores abaixo do mercado: os terrenos e casas a venda possuem valor médio por metro quadrado, que é calculado de acordo com a valorização da região em que estão inseridos e condições em que se encontram;

– Desconfie de trâmites fáceis: toda venda financiada exige comprovação de qualquer estabilidade financeira. Ela é a única garantia que o vendedor tem de que receberá por aquilo que vende.

O que fazer se você caiu em um golpe: vá até a polícia civil com a documentação e abra um Boletim de Ocorrência.

INFORMAÇÕES PARA A IMPRENSA:

Rodolfo Almeida
PRESIDENTE da Sociedade Ecológica Amigos de Embu
11 4781-6837 | 99931.4904
contato@seaembu.org

EDUCAÇÃO AMBIENTAL

CLIPPING: a notícia com a parceria entre SEAE e Diretoria de Ensino Regional de Taboão da Serra foi publicada nos seguintes veículos de comunicação: Jornal na Net, Terra, Agência O Globo, Comunique-se, O Diário de Maringá.

 

Escolas Estaduais de Embu das Artes recebem programa de educação ambiental

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Na programação, oficinas de bombas de semente, horta vertical e realização de plantios

Em parceria com a Diretoria de Ensino da Região de Taboão da Serra, a ONG Sociedade Ecológica Amigos de Embu – SEAE realizará ações de educação ambiental no programa “Sábado ECOmigo”, quando os alunos participarão de diversas oficinas interativas, além de diálogos sobre os problemas ambientais de suas comunidades e plantio de mudas nativas, quando houver espaço e interesse da escola participante.

O piloto do projeto foi realizado no dia 19 de maio, na Escola Estadual Laert de Almeida São Bernardo, de Taboão da Serra, com diretores representantes das cerca de 80 escolas deste município e de Embu das Artes. Eles participaram de oficinas de horta em garrafa pet, bombas de semente e debate ambiental. Demonstrações sobre montagem de minhocário e jogo ambiental de tabuleiro “Carta da Terra” também foram realizadas.

Sergio Romero, da Diretoria de Ensino, comentou o que espera da parceria: “acredito que os trabalhos poderão ser reproduzidos em nossas escolas e espero que a comunidade possa se apropriar destes procedimentos, mas, de qualquer forma, [o intuito] é promover uma reflexão e uma mudança do comportamento em relação às questões do meio ambiente”.

Segundo Rodolfo Almeida, presidente da SEAE, “no Sábado ECOmigo, todos os alunos da escola terão a oportunidade de desfrutar de um dia animado com um cardápio variado de atividades de educação ambiental”.

As atividades previstas são:

Confecção de bombas de sementes: consiste em envolver sementes de mudas nativas em argila especial para serem lançadas em áreas degradadas e promover sua recuperação;

Horta vertical em garrafas pet: oficina para plantar hortaliças, flores, entre outras mudas, em uma estrutura com três garrafas pet, para serem disponibilizadas em muros e paredes. Apesar de parecer pouco espaço, é possível produzir hortaliças em estrutura vertical para consumo doméstico;

Compostagem de minhocário: incentiva o reaproveitamento de cascas e restos de alimentos para gerar biofertilizante em forma líquida para cuidado com as plantas e adubo para enriquecimento do solo;

Jogos de tabuleiro “Carta da Terra”: aprendizagem e conscientização sobre o meio ambiente de forma lúdica. Permite a participação de três a oito pessoas, a partir de nove anos;

Debates ambientais: para identificar as características e problemas específicos das comunidades no entorno da escola;

Plantio de mudas nativas: mediante disponibilidade de espaço e interesse da escola.

Rodolfo Almeida informou que as atividades serão realizadas por voluntários e que buscam patrocínio para ampliar o projeto: “a SEAE tem realizado esse trabalho com a ajuda de voluntários, mas precisamos de mais gente para atender um número maior de escolas. Buscamos também patrocínio para viabilizar, no próximo ano, o atendimento em todas as escolas de região”.

Interessados em se voluntariar para o projeto podem entrar em contato com a ONG no endereço de e-mail: contato@seaembu.org.

FÓRUM DE MEIO AMBIENTE

CLIPPING: os portais Agência Estado, Agência O Globo e Comunique-se publicaram o texto abaixo, sobre a participação da SEAE no 1º Forum de Meio Ambiente de Embu das Artes. Confira na íntegra:

 

Embu das Artes sedia Fórum de Meio Ambiente

Entre as atividades da programação, exposição de horta vertical, bombas de semente, minicisterna, parede verde e irrigador solar

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A Prefeitura de Embu das Artes, por meio de sua secretaria do Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano, realizará na próxima segunda-feira, das 18h às 22h, o 1º Fórum do Meio Ambiente, no Centro Cultural Mestre Assis, região central da cidade.

O evento, cujo tema definido é “Sustentabilidade – A cidade que queremos”, acontece em comemoração ao Dia Mundial do Meio Ambiente.

A programação oficial ainda não foi divulgada, mas movimentos ambientais, em parceria com a prefeitura, já se articulam para expor propostas de soluções ambientais e palestras aos cidadãos.

A Sociedade Ecológica Amigos de Embu (SEAE) foi convidada para expor o seu trabalho em um stand na entrada do evento. A ONG, fundada no início dos anos 70, atua na cidade desde então para melhorar a qualidade de vida da população, por meio de ações de educação socioambiental, fiscalização e denúncias de crimes contra o meio ambiente, entre outras atividades.

“Teremos alegria em compartilhar com o público algumas das informações de soluções ambientais simples e baratas, mas que fazem a diferença no cotidiano do cidadão e da natureza”, comenta Rodolfo Almeida, presidente da SEAE.

PROGRAMAÇÃO

Entre as atividades previstas para a SEAE, bombas de semente, ou seedballs, são as preferidas dos jovens, que recuperam áreas nativas degradadas de forma lúdica.

Horta vertical em garrafa pet é a solução para cultivar hortaliças e mudas diversas em pequenos espaços. Elas podem ser penduradas em muros e paredes. Seu benefício se estende à saúde alimentar, uma vez que os alimentos produzidos não contêm agrotóxicos.

Parede Verde é outra opção a ser demonstrada para ter plantas em pequenos espaços. Além de embelezar a paisagem, a estrutura colabora para a refrigeração do microclima.

Minicisterna, como alternativa para captar e armazenar água da chuva. Sua utilidade vai muito além de reserva para a falta de água, ela permite economia na conta, uma vez que a água armazenada pode ser usada para limpezas, descargas e até lavagem de roupas.

Irrigador Solar da Embrapa é um modelo que também será apresentado. Com baixo custo é possível montar a estrutura que irriga plantas, de forma automática, por até cinco dias seguidos, sem a necessidade de recarga ou energia elétrica.

SERVIÇO

O QUE: 1º Fórum de Meio Ambiente

QUANDO: Segunda-feira, 05 de junho, das 18h às 22h

ONDE: Centro Cultural Mestre Assis

Largo 21 de Abril, 29 – Centro – Embu das Artes

INFORMAÇÕES: cidadeembudasartes.sp.gov.br